São Paulo é uma enorme cidade que nos oferece a oportunidade de contato com os mais variados tipos de escrita e leitura observáveis no espaçõ urbano. Por exemplo, pode-se ler uma infinidade de informações contidas em postes, paredes, muros, ônibus, taxis etc.
Faço essas observações com o objetivo de chamar a atenção para a possibilidade de trabalhar com este tipo de informação na escola.
A propósito, gostaria de informar que muitas das "formas" utilizada para a escrita são consideradas "marginais". Entre elas estão as pixações, a latrinária (escrita praticada em banheiros publicos e privados), anotações em papelç moeda, etc.
Tanto as pichações como a latrinária já foram devidamente estudadas no ambiente acadêmico, em dissertações de mestrado e teses de doutorado na USP e PUC, só para destacar duas das mais importantes Universidades Paulistas. A escrita em papel moeda foi estudada e publica pelo Prof.Dr. Américo Pellegrini Filho, da Universidade de São Paulo e por mim, em livro publicado.
Vejo a necessidade de incentivarmos novas pesquisad no âmbito da escola pública, em nível mais simples uma vez que os portadores de cultura popular estão quantitativamente situados em maior núemro nas classes populares, mas isto não quer dizer que o fenômeno não ocorra em outras classes.
Portanto, leitura e escrita vão muito além do que imaginamos.
Faço essas observações com o objetivo de chamar a atenção para a possibilidade de trabalhar com este tipo de informação na escola.
A propósito, gostaria de informar que muitas das "formas" utilizada para a escrita são consideradas "marginais". Entre elas estão as pixações, a latrinária (escrita praticada em banheiros publicos e privados), anotações em papelç moeda, etc.
Tanto as pichações como a latrinária já foram devidamente estudadas no ambiente acadêmico, em dissertações de mestrado e teses de doutorado na USP e PUC, só para destacar duas das mais importantes Universidades Paulistas. A escrita em papel moeda foi estudada e publica pelo Prof.Dr. Américo Pellegrini Filho, da Universidade de São Paulo e por mim, em livro publicado.
Vejo a necessidade de incentivarmos novas pesquisad no âmbito da escola pública, em nível mais simples uma vez que os portadores de cultura popular estão quantitativamente situados em maior núemro nas classes populares, mas isto não quer dizer que o fenômeno não ocorra em outras classes.
Portanto, leitura e escrita vão muito além do que imaginamos.
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